A atitude que muitos esperam… você tem?!

Frequentemente no dia a dia vemos relacionamentos pessoais desmoronarem por que uma das partes sempre cobrava algo que a outra parteatitude-1 “nunca” oferecia de forma adequada. Também é possível observar que relações de trabalho se desgastam por que as pessoas não sabem utilizar as palavras e absorvem tanto o estresse das atividades que acabam fazendo coisas que não deveriam.

O mantra “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” vem orientando o agir diário e como é curioso observar o comportamento das pessoas. Esse mantra nos diz que para esquecer as ações e focar nas palavras ditas… ou nas cobranças. Para as palavras terem efeito, ou um melhor efeito, é de suma importância ações sólidas – exemplos sólidos. Independente da área que falemos, mostrar que tem atitude está virando símbolo status. Mas o que seria demonstrar que tem atitude?

Pegar a mocinha pelos braços e beijar-lhe até tirar o fôlego? Gritar numa reunião a sua ideia salvadora? Ser o representante de turma ou presidente de uma associação de moradores? Ser responsável pelo pagamento de várias pessoas? Ser considerado (a) o braço direito do chefe? Deter o controle de algo?

É através disso que você julga se uma pessoa tem ou não atitude? Bem… sugiro que vá além, e por um simples motivo: ela pode te surpreender. Alguns indivíduos criaram a percepção de que os outros devem demonstrar atitude de maneiras específicas, muitas das quais ligadas a “aparecer” diante dos pares, afirmando soberania e poder. Indivíduos assim são vazios do amor verdadeiro e perdem a oportunidade de viver momentos que ficariam eternos nas lembranças. Você está exigindo atitude da maneira certa? Atitude deve se refletir primeiramente no caráter, na intenção não dita, na cordialidade que ilumina a chegada… no desejo vivo e desesperado, mas de certa forma contido, por querer estar próximo. Atitude para deixar doce o dia com um chocolate… para ter interesse na vida alheia e perguntar “como estas?”… para saber mais detalhes de teu dia…

Refletir sobre a maneira como estamos exigindo atitude pode nos fazer apenas exigir o óbvio, a seguir com a rotina e a não esperar por surpresas. Você é assim? Eu não sou. Sou do tipo que gosta de fugir do óbvio, de mudar a rotina quando necessário e de surpreender, pois como já dizia o filósofo “não é a quantidade de vezes que respiramos, é a capacidade que temos para perder o fôlego”.

Você anda perdendo o fôlego ou apenas respirando?!

Pense nisso.

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador, blogueiro e futuro Jornalismo.

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