O que seria o Big Brother Brasil para o brasileiro?

Você deve ter conhecimento que começou mais uma edição do Big Brother Brasil, mais conhecido como BBB, pois mesmo que não assista televisão há comentários no facebook, twitter, whatsapp, jornais, entre outras mídias. Ou seja, é inevitável não saber…

Contudo, vem crescendo o número de pessoas que apontam o BBB como cultura inútil ou coisa desnecessária para a sociedade, e fazem questão de expor isso nas mídias sociais. Bem…todos não são livres para fazer o que quiser? Por essa lógica, se alguém não gosta de alguma coisa tem o livre arbítrio…tem o poder para escolher deixar está mesma coisa e procurar o que traz satisfação. No vídeo Ostentação, camarote e hipocrisia Rafinha Bastos (http://www.youtube.com/watch?v=0jl-RIwoYh8) comenta sobre ostentação dos hábitos humanos através dos meios digitais e como de certa forma as pessoas criticam algo “fútil” mas também fazer algo “fútil”. Se o BBB existe até hoje e é comentado até hoje é porque reflete o desejo de muitas pessoas de atenção, identificação e exposição, e em certa medida, de ostentação também.

Em pequena ou grande proporção, todo mundo já praticou alguma atitude vista no BBB – e a mais elementar delas é falar mal dos outros. E por que existe tanta revolta com o programa ultimamente? Porque existe tanto ódio gratuito em relação às pessoas que assistem o BBB? Seria talvez um desejo reprimido (de querer assistir, mas não admitir)? Seria uma maneira de parece ser mais culto, a partir do momento que há outras preferências (supostamente mais interessantes)? Não se sabe…

O que seria o Big Brother Brasil para o brasileiro? Seria entretenimento…cultura inútil…coisa de gente com mente vazia…um desejo secreto…uma oportunidade para reunir os conhecidos e comentar as atitudes alheias…um momento para “intelectuais” se mostrarem perante a sociedade…uma vontade de querer aparecer diante do Brasil… E tantas outras coisas. Independente do motivo escolhido, entender o direito do outro e respeitá-lo é essencial para a construção de uma mentalidade mais crítica, até por que o que é fútil para você pode não ser para o outro – isso é a subjetividade humana!

Por Ricardo Verçoza – @CapitaoCoragem

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