“Nós somos madeira de lei que cupim não roi”.

Defender a tradição. Valorizar a terra. Transcender costumes…pensamentos… e ideias.

Dizer com satisfação que não tenho medo de ser o que sou, de assumir minha profissão, de chorar quando tiver que chorar e de rir uma risada gostosa e fácil. Mudar posturas…mudar com as pessoas e com o mundo, mas nunca esquecer a essência própria.

Em seu estandarte de tão maravilhosa originalidade, que brada ao vento uma identidade que não pode ser imitada (nem copiada) e que provoca um estado de bem-querer sem tamanho e sem dimensão…pois o amor preenche as lacunas de amor e desejo, reinvento-me para gozar dos sabores e dissabores da vida.

Sou livre para falar, para crescer…e assim amadurecer…e também para dizer: que queiram ou não queiram os juízes, nós diremos sempre que a injustiça doi, machuca e nos faz regredir como seres humanos…

O nosso bloco, o bloco que não tem preocupação com religião, cor da pele ou local no país, é o bloco que se torna campeão em aproveitar a vida…em viver a cidade com sua fama e seus problemas. Mas com empenho, busco edificar as bases para dias melhores. Nós somos de fato “madeira de lei que cupim não roi”. Acreditar é o princípio da reinvenção!

 

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e Blogueiro.

@CapitaoCoragem

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