Ser divertido e ser sério. Um desafio e um exercício

Em algum momento da sua vida já impregnaram você com algum estereótipo – e se não foi, vai ser. Nerd…chato…filósofo…apaixonado…pessimista….divertido… ou sério demais. Particularmente já fui nerd e palhaço…(coisas da adolescência). A partir do momento que estamos nos relacionando com as pessoas, consequentemente vamos transparecer características de nosso comportamento – o que é natural. No entanto, a vida não deve ser feita e poetizada através de um conto de fadas onde as pessoas fingem ser o que não são só para poder agradar a um ou outro.

[É fato que uma qualidade (ou defeito) vai fazer com que você seja percebido da maneira X ou Y, infelizmente. ]

Passam-se os dias e os meses e cada vez mais percebo a necessidade de convergir duas ou mais características, especialmente no ambiente de trabalho. Ser taxado com algum adjetivo pode não ser uma coisa tão boa para o desenvolvimento das atividades, ainda mais se for uma coisa negativa. Percebendo meus estágios de maturidade e a evolução com que enxergo as coisas no mundo, estou entendendo que PRECISO compreender a dosagem de certas características e variar de acordo com o momento. As pessoas não aprendem nem captam a mensagem da mesma forma, muito menos refletem sobre a necessidade de mudar posturas e comportamentos se você vai ser SEMPRE objetivo, brincalhão, ou ousado.

Sensibilidade. Talvez seja essa a característica dos tempos atuais e das relações do futuro. Sensibilidade para escutar música clássica ao invés de um rock pesado; sensibilidade para dar a oportunidade das pessoas se conscientizarem de seus próprios erros; sensibilidade para romper com velhos paradigmas através do diálogo, e não pelo autoritarismo ou pelo ego. “Mudança de prioridade, mudança de direção”…já dizia certa canção de Pitty. É desafiante com ser humano – sendo o (a) artista deste planeta mágico – responder as provocações da forma mais tranquila possível e exercitar a capacidade de autorreflexão. No meu caso, divertido e sério. Nem mais, nem menos. E você?!

 

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador e Blogueiro

@CapitaoCoragem

2 pensamentos sobre “Ser divertido e ser sério. Um desafio e um exercício

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