O aquecimento da economia e a necessidade de qualificação

Não é novidade que a economia brasileira está aquecida (ou em estado de aquecimento) devido aos mais variados investimentos que chegam às regiões deste país de dimensões continentais. Apesar do PIB (Produto Interno Bruto) não acompanhar o volume de investimentos que chega (pela lógica, quanto mais investimento recebemos maior deveria ser o PBI, ou não?!), há uma real e gritante necessidade de profissionais qualificados em nosso mercado.

Claro que há regiões que vão necessitar de profissionais específicos – de acordo com seu perfil vocacional (tecnologia, agricultura, petróleo e gás, etc.), mas o que vemos hoje é o deslocamento de mentes capacitadas para novos centros de desenvolvimento e de expansão. Um olhar mais atento, vamos perceber que estrangeiros – talvez a sua maioria os europeus, pelo fato da crise hoje existente lá-, estão a chegar nesta “nova galinha dos ovos de ouro” (percepção de muitos sobre a economia brasileira). Não quero instigar o preconceito contra estrangeiros, ou mesmo contra brasileiros que querem aproveitar o boom que estamos vivenciando; antes, quero atentar para necessidade de qualificação gerada pelo aquecimento da economia…para a sua necessidade de qualificação.

Dentre as várias qualidades que são atribuídas ao povo brasileiro, a que vejo com mais destaque agora – e que infelizmente ainda não desenvolvemos bem -, é a capacidade de planejamento a longo prazo. Investimentos estruturadores chegaram com uma força que não imaginávamos e torna-se imperativo a atenção individual sobre o aperfeiçoamento. Existe cursos de pós-graduação no brasil contribuindo para que a prática seja aperfeiçoada e que a visão de futuro tenha um carinho especial sobre o contexto local. Se perdemos tempo deslumbrados com as conquistas econômicas e esportivas (entenda: estaleiros refinarias, copa do mundo… ), agora está na hora da qualificação com fins de revolução – técnica, social e política.

A morosidade e o jeitinho brasileiros ainda impedem que nosso país seja considerado independente e forte – e porque não dizer, maduro em termos de atitudes. Particularmente, vislumbro mudanças gradativas e constantes. Cada vez mais os profissionais procuram se qualificar e cada vez mais cresce a oferta de pessoas muito bem qualificas, obrigado! Você… Brasileiro (a)… vai correr para “curtir” a onda de oportunidades ou vai ficar tomando um cafezinho no barzinho da esquina? O barzinho de hoje é a franquia de amanhã… e onde você estará?!

Por Ricardo Verçoza – Professor, Administrador, Blogueiro

@CapitaoCoragem

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