Educação Empreendedora: o céu pode ser o limite e também pode não ser

“Um passo a frente e você não está mais no mesmo lugar”. Esta frase de Chico Science talvez não dê dimensão da possibilidade que está
em cada esquina ou em cada descoberta que o conhecimento pode proporcionar, ou talvez dê sim. Tudo é uma questão de escolha sobre o hoje e o amanhã, sobre o agora e o depois que se fundem para determinar o que acontece no espetáculo do cotidiano.

 Já se foi o tempo em que poderíamos nos dar ao luxo de não valorizar a educação, de nos preocupar somente com o que comeremos à noite ou de imaginar a vida sem a transformação que as mudanças provocam em nosso ser. Parece que todo o dia surge situações que requerem uma reinvenção da perspectiva, uma alteração sobre o status quo e que aumentam o chamado à inovação e a revolução empreendedora.

Partindo do princípio, a vontade tem que surgir de dentro, mesclando o pessoal com o profissional e acarretando na melhora da sociedade. O referencial original, de que a educação deve simplesmente ser uma ferramenta passiva, não desperta mais desejo nas novas gerações – cada vez mais ávida por um conhecimento revolucionário e inquietante. Não podemos mais admitir sujeitos de um mundo em constante mutação atuando como elementos figurativos ou como uma massa uniforme. Eu, você, eles… o humano é único e constituí a enigmática aventura da vida por caminhos inconstantes e surpreendentes.

Hoje pensamos mais na realização de nossos próprios sonhos, nos embriagamos pelo colorido das paisagens e flutuamos em intenções radicais. Quando tínhamos uma meta, dizíamos que o céu era o limite na maior das ousadias que poderia existir. Ousa, na brava realidade que nos encontramos, quem entende que o céu é o começo – para alguns um pequeno começo. Educa-se não se limita mais ao famoso decoreba de fórmulas e/ou informações, mas em destruir criativamente (conceito formulado por Joseph Schumpeter) a si próprio (a) em porções de taça de sorvete e saber escolher a calda (de chocolate, morango…) que mais combine com o momento-ação. Educa-se transcende o ambiente tradicional, a barreira internacional e o tempo incerto.

Vivemos numa era de reformulações de conceitos que de certa forma nos obriga a buscar a educação empreendedora, fora dos habituais tradicionalismos e estereótipos que matam a criatividade. A liberdade em propor deve instigar novos artistas a recriar a ordem do mundo, compartilhando sonhos que transcendem a fantasia de tal forma que chegam a concretizar-se de forma espetacular! Avante!

Por Ricardo Verçoza

@CapitaoCoragem

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