O passar

O passar passa quando menos se espera. Ele não olha o tempo…a agenda… o programa super moderno de computador que parece tomar consciência própria e organizar nossa vida.

Queremos tanto aprender a brincar de viver que muitas vezes esquecemos de coordenar nossos próprios movimentos, buscar desejos particulares (e não de outros) e se perder na embriaguez tranquilizadora da FECILIDADE. O ser humano é uma espécie de toda sujeita a despertar muita curiosidade. É aqui…é acolá…martelando o prego na esperança de acertar, de beijar o beijo que tirar o ar, judiando do meu pobre coração.

Eu, de toda a minha mortalidade, amo ser mortal. E se queres um conselho – e mesmo se não quiseres – abra os ouvidos do coração para enxergar o invisível. Simplifique o abraço de cada dia, compartilhe o sorriso inesperado, e não se faça de rogado, quando se sentires apaixonado.

Somos uma confusão de espírito e cor, de desafio e medo…de amor doce-de-leite e ódio sem-tamanho. Cabe-nos criar uma arte tão fantástica que só possa existir uma: a nossa!

OBS: O passar passa, mas o legado cria raízes!

Fonte: Ricardo Verçoza

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