Lideres certinhos: um mal disfarçado de bem.

Existe problema em ser certinho? Não. Necessitamos de cidadãos que possam ser corretos e honestos, tendo uma esperança de que o bem prevalece sobre o mal. O problema é quando essa maneira certinha de ser impede a nossa expressão, a nossa capacidade de criticar de forma construtiva, de questionar o que está errado…de libertar o potência único de reinvenção. Queremos nos enquadrar, nos limitar e para isso seguimos a linha de pensamento da sociedade do “não vale a pena não” ou “tu só quer aparecer, né?”. Se como cidadãos o impacto deste tipo de vida é grande, como líderes o efeito é o mesmo.

Líderes que não enxergam conflitos, que não tem opinião própria, que tem medo de assumir riscos ou erros, que vivem de aparências para não contrariar um ou outro funcionário. Triste são esses ou essas que promovem sua liderança desta forma. O que queremos são pessoas que saibam unir a capacidade reflexiva com a de ação, para assim entender que a razão de mostrar-se no tumulto de nossa rotina vai além de pura encenação. Pessoas com coragem de pensar fora de sua zona de conforto, fora do limite que somos acostumados desde de cedo, fazem revoluções silenciosas e profundas. Porém, são poucos os que se aventuram pela fantasia e pela realidade de ser e possuir valores pessoais únicos, buscando, num exercício contínuo, transformar os cordeiros em Leões.

Hipócritas que se autodenominam líderes, pensem sobre sua perspectiva de atuação. Nem tudo que parece, é.

Por Ricardo Verçoza

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